quinta-feira, 30 de junho de 2011

Escolas católicas de Nova York fecham as portas por falta de alunos

Cerca de 30 escolas católicas fecharão as portas definitivamente nesta semana, em Nova York, no âmbito de uma reestruturação decidida pela arquidiocese para enfrentar problemas de financiamento e uma queda abrupta do número de alunos matriculados.

A medida, aprovada pelo arcebispo Timothy Dolan, afeta 27 (10%) das 274 escolas católicas dos dez condados do vale do rio Hudson, sob a esfera da arquidiocese de Nova York, segundo números oficiais.

"Estas escolas têm visto uma queda de 71% em suas matrículas nos últimos cinco anos", informou a diocese arcebispal, ao enumerar uma das razões de sua decisão.
 

Segundo explicou, com estes fechamentos, seu déficit econômico será reduzido em 10 milhões de dólares.

O número de estudantes afetados pela decisão é de 3.652, o que representa "7% destes matriculados em escolas católicas de nível fundamental" na região sob controle da arquidiocese.

Atualmente, 80.000 alunos frequentam escolas fundamentais e secundaristas dos dez condados desta arquidiocese, segundo números da Superintendência de Escolas Católicas de Nova York.

Entre as escolas que fecham as portas estão algumas com muita história, como a de San Martin de Tours, no Bronx, com 86 anos de história.

Segundo dados da Superintendência, os alunos de origem latina (30%) são o segundo grupo, atrás dos anglo-saxões (43%) a frequentar escolas católicas.

Ao longo de 2010, a diocese arcebispal de Nova York tinha se dedicado a preparar um plano para garantir o futuro a longo prazo de suas escolas, levando em conta as dificuldades econômicas que atravessa e a diminuição dos alunos matriculados.

A princípio, a ideia era fechar 32 escolas que o Comitê de Reconfiguração considerava "em risco" de perder um significativo subsídio financeiro que recebem da arquidiocese.

Mas cinco estabelecimentos da lista original conseguem convencer as autoridades com um plano de viabilidade.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Deputado paulista quer crucifixo nas escolas por “Representar Moralidade”

O deputado estadual Orlando Morando Junior apresentou um projeto de lei que visa obrigar as escolas públicas a exibirem o crucifixo em lugar de fácil visualização na área de circulação de estudantes.

Ele justifica que o símbolo do Jesus pregado no pau representa “a moralidade do povo brasileiro”, que vem sofrendo corrosão.

Se a moralidade do povo brasileiro é baseado na religião católica, precisa mesmo desaparecer. A moralidade da religião católica prega que você pode pecar o quanto quiser, como quiser, não importando contra quem, não importando a gravidade de suas ações, contanto que aceite Jesus no final. Independentemente de você tentar corrigir suas ações ou não. É por essa moralidade que temos coisas estranhas como um povo que acha feio trabalhar pra ganhar dinheiro e que, apesar de odiar corrupção, não hesitar em oferecer uma cervejinha pro guarda pra evitar multa.

Ele disse também que “o crucifixo enriquece o significado da vida”. Só se for para um católico, porque nem mesmo os evangélicos acreditam nessa balela. Vai lá perguntar para judeus e muçulmanos se o crucifixo enriquece o significado da vida deles, vai…

Melhor é essa parte aqui: os gastos com a compra e a instalação desses crucifixos serão cobertos pelo Estado. Ou seja, meu imposto que eu pago para sustentar as tetas já inchadas do governo agora irá pagar essas traquitanas. Não é só ofensivo, é uma clara tentativa de desviar dinheiro público, meu e seu que fique claro, para os bolsos de entidades religiosas.

E a cara de pau está tão encerada com peroba que ele defendeu o estado laico e a diversidade religiosa, que uma sociedade moderna deve tolerar “até mesmo o ateísmo”. 

A gente aqui querendo tirar esses símbolos para permitir que o governo governe para todas as pessoas sem distinção, incluindo a gente… e ele me vem uma dessas?

Dá para perceber por que que os ateus não conseguem ficar sem falar de religião?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Bispo dz que estupro só é possível com o consentimento da mulher

Bíspo de Guarulhos, Luiz Gonzaga Bergonzini, diz que mulheres mentem ao dizer que foram estupradas.. Ele acusa que a mentira seria apenas para conseguir liberação da lei para pratica do aborto.

"Vamos admitir até que a mulher tenha sido violentada, que foi vítima... É muito difícil uma violência sem o consentimento da mulher, é difícil", comenta. O bispo ajeita os cabelos e o crucifixo. "Já vi muitos casos que não posso citar aqui. Tenho 52 anos de padre... Há os casos em que não é bem violência... [A mulher diz] 'Não queria, não queria, mas aconteceu...'", diz. "Então sabe o que eu fazia?" Nesse momento, o bispo pega a tampa da caneta da repórter e mostra como conversava com mulheres. "Eu falava: bota aqui", pedindo, em seguida, para a repórter encaixar o cilindro da caneta no orifício da tampa. O bispo começa a mexer a mão, evitando o encaixe. "Entendeu, né? Tem casos assim., do 'ah, não queria, não queria, mas acabei deixando'. O BO é para não facilitar o aborto", diz.

A posição do bíspo é um uma tentativa de dificultar o aborto nas cidades da grande São Paulo.

O bíspo Luiz Gonzaga é um claro exemplo da mistura de politica com religião, e usa de sua influência em fiéis para mudar votos e opiniões da massa. Como foi o caso de seu discurso contra a presidenta Dilma, em que ele fez "pregações" contra as intenções da candidata e espalhou folhetos por várias igrejas.

terça-feira, 14 de junho de 2011